Em meio a tantas contradições, tanta espera, tanta preocupação, despejei palavras ao ar como de costume. Sorte a minha é poder sentir sua confiança, sou conselheiro de mim mesmo, e sei que meus desequilíbrios não passam de charminho momentâneo. Não sei qual o sentido de cada acontecimento. O sentimento de cansaço só demonstra o quão busco sua presença ao meu lado. É eu não sei o que é de importância em minha vida, não vivo um script a qual poderia seguir, estou exposto a mudanças. São inscontâncias que apelam ao meu frágil pensamento. Disseram-me que aquele que pensa não sofre, só esqueceram de dizer aos que ainda sofrem. Comigo há consciência, mas nunca houve extinção de sofrimento. Ele vive e me acompanha desde sempre, enquanto os sentidos? Buscá-los-ei.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Sentidos
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Junior Fernandes
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
[VIDEO] Roberta Sá - Cicatrizes
Hoje quero apenas expor clareza de que não sou e nunca fui de buscar contextualizar todo conteudo de meus textos com o que a maioria dos blogs seguem: um sistema de utilização de imagens e vídeos. Consequentemente estou fazendo dessa a minha ação para fins psicológicos, afim de demonstrar o que a música/vídeo citados quer transparecer. Sinta a música, não acompanhe cantando, deixa a voz fluir em seu pensamento, crie expectativas a partir, acho que estou pedindo uma coisa normal.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Renovações
Bom, talvez esse seja um refúgio da humanidade em busca da seguridade harmônica (de harmonia). As renovações extintas no percorrer de um tempo surgem pela positividade de um tempo melhor. Sempre tento transcrever minhas ideias através da estrutura "script" da minha mente, a de escrever sempre em "nós". Refúgio simplesmente se resume na recorrência de uma permanência de uma sensação, em especial, humana. Com maior clareza, as transições de um ano para outro está relacionado na melhoria e conquistas ao ano que se sucede. O passar do tempo trazem-nos mudanças intelectuais e fisícas, repetir o baseamento dessas mudanças seria repetir o que digo desde o começo do texto, busque a compreensão. Dentre as mudanças só quero ressaltar a seriedade de um BOM ANO!
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Junior Fernandes
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Significados
Ventania na calçada, folhas voando, um vazio sustentado por uma ausência. Fico a olhar os fenômenos sem data pra voltar. Sei que há muita história pra contar. Árvores espalham suas folhas pelo o vento e demonstra a luta pela permanência das folhas. Ganham cores os símbolos clássicos, os que viveram e viverão. Passa-me uma vida inteira a dividir todos os cômodos com um indivíduo, e os acontecimentos desta distribuição se relacionam com a calçada, com as folhas, com as árvores. E a mim mesmo resta a esperança contínua desses pequenos acontecimentos que me levam a sonhos distinto, que voltam-se.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
E então acaba a seriedade
Consequentemente: quando acontecimentos inesperados surgem, talvez, de livre e espontânea vontade ou por motivos dependentes. Mas antes convém-me deixar a seriedade de lado... tudo que quero transcrever são os pequenos acontecementos que no fim acaba com a seriedade e a mesmisse de sempre e que para alguns pode até trazer maiores frutos. Positivamente isso é uma consequência. Porém para o que pratica a ação não é propiciado a mesma sensação que houve sobre o que sofreu a ação. Bom, sitenticamente nada além de um acontecimento explica o que quero dizer. Não, não quero explicar nada, como vem sendo, quero só citar: para não haver esquecimento. Ou seja,
"Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia a dia, pelo amor de Deus, seja idiota!" Arnaldo Jabour
domingo, 4 de dezembro de 2011
À espera do fim de uma espera
Como toda droga: causa-me dependência. Vivo num estado "vegetativo" ou melhor extingue-se numa espera inacabável. O Futuro, é por ele quem espero. Se resume apenas em mudanças, que provocará o surgimento do que esperado, obviamente. Mas é mais claro dizer-te: minha espera perdura por inefáveis tempos. Outrora pensei ser consequentemente rápida, sem conhecimento do que viria e então com a expansão de tempo fui pensando no seu fim, que simplesmente não ocorreu e então resta-me esperar pelo seu fim.
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Junior Fernandes
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A Fonte Secou
O nome verdadeiramente não quer representar o que lhe convém, quando se situa no pensamento a compreensão. Me refiro a falta da utilização. Chego a pensar em atrofia, devido ao desuso decorrente de alguns acontecimentos não prescritos. Me contrariarei se eu disser que ao escrever lentamente começa a resurgir essa inspiração. A fonte é completamente inefável. Então logo necessito explicar que quando houver ausência contínua e longa, dever é compreender a lembrança de que não depende só de mim. Tudo isso, tudo que escrevo, surge espontaneamente. E claramente sou exposto a essa responsabilidade própria de pelo menos, uma vez, resurgir esse efeito e fazê-lo usual.
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Junior Fernandes
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domingo, 20 de novembro de 2011
Isso é uma desilusão?
Quando tudo era começo, tudo era diferente: não havia solidão, nem conclusões, não havia ausência, nem silêncio. Agora que estas onipresente em todo lugar, menos aqui, só nas minhas alusões, resta-me entender o porque, o porque e o porque de tudo isso. Já que não é de ti essa busca não é de mim a coragem de te ressaltar o sentimento admirável que tenho de ti. És uma das pessoas a que mais valorizo e que talvez não saibas, pois a representação dessa amizade jamais presente demonstra-te o que não é esperado. Oculto-te de qualquer apresentação comprometedora.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Ausência (ou solidão)
Minha carência, que surge na hora em que não há no que recorrer-me, quando os amigos se tornam zero, quando me encontro em obscuro pranto: o que apenas se perpetua no calado silêncio da ausência, que é irredutível e "inabalado". Tento compilar ao que há, mas a cada sentimento me debato com outro depressivo acontecimento, o de nunca haver consistência no que é transparecido quando se buscam pela leitura do meu "eu" (minha escrita). Sinto, escrevo inefavelmente e não é de mim, de minha alma, a que já venho me deflagrado. E o fim? Nunca houve solução, "todos" estão atrás de uma tela e poucos são os que se concretizam.
[Inacabado]
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Entre tudo e nada
Tento, apago, tento, apago... continuo, apago. Fico entre tudo e nada, minha mente aponta, escrevo e apago. É a forma de desatinar na escrita, mas fico entre tudo e nada, quando resulto escrever, apago. Cada palavra, surge de forma espontânea, não de mim, de minha alma. Assim, deploro-me pela extinta qualidade própria singular a que não me convém. Não estou transcrevendo o que digo, o que penso.
Meus Sentimentos? Vivem em constante alusão, dependente de caráter de "conhecimento" ao qual não é repentino como o pensamento, consiste da busca pelo próprio. Assim continuo, entre tudo e nada na alusão de que um dia as alusões se extinguirá na alma.
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