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domingo, 3 de agosto de 2014

Os extremos

Duas pontas de uma linha, duas pontas de uma reta, o início e o fim de uma corda, ou se ainda preferir, os extremos, imagine isso e atentem a ideia de que os extremos apesar de ligados são opostos e, que, entre si existem semelhanças, essas que mantém a relação de ligação entre os opostos. Já deveras ouvir falar que "uma corda arrebenta no lado mais fraco", resta-nos questionar qual semelhança aponta o lado mais fraco, se, numa corda, as características físicas são uniformes?* O que pode dizer-se é o contrário do que se imagina, os lados são semelhantes, como supramencionado, no entanto, se um lado é considerado fraco e ao mesmo tempo apresenta semelhanças onipresentes ao lado oposto, pergunto-lhes, uma característica atípica bastaria para que um dos lados se abstenha à fraqueza? Imaginemos dois extremos, de um lado um indivíduo magro, do outro um gordo e, no meio, um indivíduo fisicamente sarado, bastariam essas características para apontar o lado mais fraco? Ou simplesmente não convém essa comparação pois os extremos não se igualam? Não, não tirariamos conclusões apenas por esses fatores, o que influencia nossa conclusão são os conteúdos, com essas formas estariamos atados a apenas interpretar, se precipitando na conclusão. Faço uso desse modelo para demonstrar o quão podem ser considerada as incontáveis vezes em que rotulamos um indivíduo com o uso de artifícios/características para se sobressair sob ele e obstar nossas escolhas. Um indivíduo não é feito de aparência, mas ele opta por ela, causando um ciclo de aparências sem conteúdo, pois no "rótulo" o que importa é o que se vê, não o que se esconde, e estas são duas pontas de uma linha, de uma reta, o início e o fim de uma corda, ou se ainda preferir, os extremos entre o que se vê e o que se esconde.

*toda regra tem sua exceção.

sábado, 3 de maio de 2014

Berço da ilusão

Já dizia o mestre da experiência, Criolo, através de sua música: "[...] não existe amor em SP (São Paulo)", aos que desacreditam do fato (fato, por ser real), não acreditam por influências culturais ou por uma carga de afeto ao próximo, à família. Mas, na experiência, ou no conhecimento empírico, não das coisas mas das relações, estamos rodeados de questões que deflagram e apontam tal conclusão. Essa não é uma matéria inédita, já discuti com alguns amigos. Quero por em pauta, uma realidade pouco salientada, se é que me entendem, que nenhum autor na área da literatura atual, tem posto em pauta (que eu tenha tomado conhecimento). As relações interpessoais tornaram-se a busca pelo preenchimento do afeto materno desvinculado com o nascimento do nascituro, sim, materno pois desde o concebimento do feto, já cria-se um vínculo maternal com o filho. Assim, podemos orquestrar uma linha de pensamento: se nascemos, nascemos por algum motivo (ou não), se fomos concebidos ao desejo carnal, porque haveria de obtermos um sentimento? Questão essa que pode ser respondida com uma palavra só: convivência. A convivência cria linhas de conexão entre as pessoas, seria imaturidade questionar isso, mas incompleta se não perguntássemos se há convivência prazerosa sem sentimento? A lógica seria dizer não, mas sim, existe a convivência sem sentimento. Fazer-se-ão alguns apontamentos: o ser humano, na sua concepção vida, cabe, a ele, e a mais ninguém, se encontrar diante do que é disponível: viver por um sonho, viver por viver e/ou viver para não morrer. Este último, que deflagra o "berço da ilusão", e que tem tomado conta dos animais irracionais, são os indivíduos que não fazem parte de uma concepção de vida, não materialmente, mas formalmente falando. Ninguém vive simplesmente para satisfazer a vontade do outro, mas sim pra defender ou realizar seus interesses em vida, o que desencadeia uma senda de conflitos. Conflitos que são realizados sem a sabedoria que cada um obtém, ou deveria obter, com a experiência, sabedoria citada anteriormente como irracionalidade. Só com a piedade seria desconfigurado todo esse quadro de relações irracionais presente na personalidade dos agentes. A relação entre amor e ódio é a de que o ódio vem primeiro que a indiferença, nas pessoas irracionais. Nas racionais, só existe a indiferença. Fazer-se-ão suas conclusões. Ninguém vive para se submeter ao outro, mas alguém tem que se sacrificar pelo próximo, São Paulo é apenas um exemplo concreto disto, é o berço dos que querem se sobressair para o mundo da minoria. Assumo minha sobrevivência, mas saio ferido, pois foi preciso fazer parte deles para enxergar meu apontamento e ter coesão fatual.

domingo, 1 de setembro de 2013

Arrependimento como consequência do inconsciente

Um pequeno enunciado de palavras servirá de GRANDE utilização para o que quero dizer. Diferentemente do que venho “aconselhando” desde quando me utilizei das palavras como única forma de expressão própria, esse enunciado será um oposto do meu EU (ou não). Poucos sabem, mas faço das palavras minha senda de encontro com o equilíbrio. Com elas consigo me desprender de todo e qualquer sentimento que poderia propiciar outra atitude diferente da atitude de escrever. Em suma, é uma ação da alma querendo expulsar tudo de danoso que, os pensamentos que pairam por minha cabeça, poderiam causar. Nada além, que minha própria natureza se impondo sobre o inconsciente. Chegando ao ponto de partida, o inconsciente, peço para quem esteja lendo essa interpretação, não se utilize dele durante a leitura, pois ele criará uma semântica diferente da que a sua natureza própria ou o seu CONSCIENTE poderia ⁄ poderá criar, para melhor entendimento, quando digo “poderia” quero dizer que nem todos irão se utilizar do CONSCIENTE na leitura, pois singela quantidade de pessoas não está sujeita a se submeter as palavras, para não perder o orgulho próprio que há dentro de cada ser humano. Vale citar, quem faz dessa, a sua atitude, não sabe o que é perdoar quem lhe traiu, essa atitude cabe aos seres imaturos, mas que não vem ao caso distingui-los agora, pois isso será tarefa de outro(s) enunciado(s). Aos que se utilizaram do meu pedido, peço uma última coisa, que nos momentos de raiva, não deixe o inconsciente mostrar o lado que só você conhecera, pois o ARREPENDIMENTO é consequência do inconsciente.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Carapuça

Foi como eu pensei! Nem meu "melhor amigo" trás consigo a imagem que eu tinha dele, aliás, a pessoa que eu conheci e admirava até se mostrar diferente. O nome mais cabível para o título desse texto seria HIPOCRISIA mas esse que está sendo usado serve como um toque. Ninguém nasceu para não aprender, todos estamos expostos em conquistar novas habilidades e não diferente, conquistar a maturidade, sinceramente não sei mais onde estou pisando, com quem estou andando. Me diz, explique como lidar com pessoas que a qualquer momento pode mudar o comportamento diante de você e transformar a imagem que você tinha em fumaça? Me explica, porque se você parar pra pensar ninguém está preparado para lidar com a hipocrisia que rodeiam as pessoas. Posso ser a pessoa mais esquisita que você tenha conhecido, mas prefiro ser assim, quieto, do que deter uma atitude tão imatura quanto a sua. Não, isso não é uma indireta, isso é uma direta para quem estiver lendo isso, a vida é uma escola e estamos todos aqui para aprender, não julgar. Antes de abrir sua boca, abra sua mente!

terça-feira, 14 de maio de 2013

À moda antiga

Dizem que ser "antigo" é ser careta, mas já repararam que ultimamente ser antigo está na moda? Na moda, na produção de mídias, etc. Por que estou colocando isso em pauta? Porque é perceptível a mudança de alguns estilos, seja no que for. Tenho notado novos modos de produção de vídeos, por exemplo, os artistas tem usado muitos filtros, o que têm transformado o vídeo em uma suposição estilística de produção à moda antiga. Mas imagino como seria viver nos anos 90 sem deter toda essa tecnologia moderna dos anos 2000 [?]. Eu diria que ser "antigo" haverá, antes desta tentativa, um crescimento do indivíduo como ser humano, pois dentro dessa busca, também, deve haver o pensamento de que a experiência é uma das três formas existente de conhecimento (as outras duas: pela fé e pela razão). Apesar dessa ideia de que o antigo, é careta, eu opto pela experiência, pois ninguém vive sem passado, muito menos uma sociedade e deixo um dos meus conceitos/frases mais importantes: alguém tem que se sacrificar pelo próximo. Sei que haverá variadas formas de entendimento dessa frase, mas como Maquiavel referiu-se "Os fins justificam os meios", o que subentende-se uma ambiguidade nessa frase, o que não é diferente no que me referi. Então, busque o entendimento através do que você segue, do seu intelecto e não vamos insistir em calcar nossos argumentos nos dizeres da vida, pois vale mais a experiência do que a inexistência.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O fundo de "verdade"...

No fundo, são apenas pessoas que lhe tratam como opção, o fundo verdadeiro não se distingue deste. Elas (as pessoas) só querem se garantir futuramente, é onde esquecem de se definirem como pessoas que sempre pensam no futuro. Não, não estou acusando à todos, pois vocês sabem, ainda não nasceu quem pense mais no futuro do que a mim mesmo. Parece que eu nasci para uma proposta: apenas amar e sofrer, ou melhor, apenas sofrer. Chega de pedidos! quero o amanhã sem planos, sem desejos. O que vier, virá, é o que me cabe. Viver esperando algo melhor, claro, tentando eu mesmo conquistá-lo. É só um jeito de viver nesse mundo de nós.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Renovações

Bom, talvez esse seja um refúgio da humanidade em busca da seguridade harmônica (de harmonia). As renovações extintas no percorrer de um tempo surgem pela positividade de um tempo melhor. Sempre tento transcrever minhas ideias através da estrutura "script" da minha mente, a de escrever sempre em "nós". Refúgio simplesmente se resume na recorrência de uma permanência de uma sensação, em especial, humana. Com maior clareza, as transições de um ano para outro está relacionado na melhoria e conquistas ao ano que se sucede. O passar do tempo trazem-nos mudanças intelectuais e fisícas, repetir o baseamento dessas mudanças seria repetir o que digo desde o começo do texto, busque a compreensão. Dentre as mudanças só quero ressaltar a seriedade de um BOM ANO!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Não se permita

Já não há o que dizer, todas atitudes e palavras já foram interpretadas. Só me resta questionar: Porque falta para muitos e sobra para poucos? Porquê? Talvez para se mostrar superior a alguém? Não vou demonstrar sinal de indignidade se já percebe-se. Não vou querer, não vou imaginar, não vou agradar, não vou buscar, só vou compreender. O mundo não é culpado de manter seres que não estão dispostos a valoriza-lô. Podemos também não perceber, talvez não seja, e se for dele transparecer que não está conosco para viver de sofridão e desvalorização? Não se permita destruir o que você tem de consciente diante das atitudes a serem tomadas. Um jeito, se tem pra tudo. Descubra-os!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Simples Citação

Somos assim: acreditamos no que não acontece, mas que é confiado. No que se diz "amor para sempre" onde as pessoas buscam nessas palavras descrever o que não é possível acontecer. Sabemos e repetimos que para Deus nada é impossível, mas diante desse status ausente (aparente) dele: Em que devemos acreditar? No amor impossível ou naquele que nós dá esse amor ?
 

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