Mostrando postagens com marcador Sentimentos e Sensações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sentimentos e Sensações. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de agosto de 2014

Os extremos

Duas pontas de uma linha, duas pontas de uma reta, o início e o fim de uma corda, ou se ainda preferir, os extremos, imagine isso e atentem a ideia de que os extremos apesar de ligados são opostos e, que, entre si existem semelhanças, essas que mantém a relação de ligação entre os opostos. Já deveras ouvir falar que "uma corda arrebenta no lado mais fraco", resta-nos questionar qual semelhança aponta o lado mais fraco, se, numa corda, as características físicas são uniformes?* O que pode dizer-se é o contrário do que se imagina, os lados são semelhantes, como supramencionado, no entanto, se um lado é considerado fraco e ao mesmo tempo apresenta semelhanças onipresentes ao lado oposto, pergunto-lhes, uma característica atípica bastaria para que um dos lados se abstenha à fraqueza? Imaginemos dois extremos, de um lado um indivíduo magro, do outro um gordo e, no meio, um indivíduo fisicamente sarado, bastariam essas características para apontar o lado mais fraco? Ou simplesmente não convém essa comparação pois os extremos não se igualam? Não, não tirariamos conclusões apenas por esses fatores, o que influencia nossa conclusão são os conteúdos, com essas formas estariamos atados a apenas interpretar, se precipitando na conclusão. Faço uso desse modelo para demonstrar o quão podem ser considerada as incontáveis vezes em que rotulamos um indivíduo com o uso de artifícios/características para se sobressair sob ele e obstar nossas escolhas. Um indivíduo não é feito de aparência, mas ele opta por ela, causando um ciclo de aparências sem conteúdo, pois no "rótulo" o que importa é o que se vê, não o que se esconde, e estas são duas pontas de uma linha, de uma reta, o início e o fim de uma corda, ou se ainda preferir, os extremos entre o que se vê e o que se esconde.

*toda regra tem sua exceção.

domingo, 22 de setembro de 2013

Alternância

Era, sou, serei, tudo varia de tempos em tempos, era futuro, agora sou presente. Visava algo, mas queria outro, era milhares, centenas, agora sou DOIS. São momentos de alternância que varia de tempos em tempos. Quero algo neste instante momento, não queria ontem, não sei se quero amanhã, varia de tempos em tempos. Intercalo-me entre o querer e o não querer, o ser ou não ser, isso varia de tempos em tempos. Quem eu queria ontem, já não quero hoje, mas quero amanhã. Quem me fez sofrer ontem, não quis fazer hoje, mas não pensa em não fazer amanhã. Sou uma variedade do Eu, já que fico alternando-me, quero que o amanhã não dependa do meu querer, mas dos ventos, pois esses trarão a alternância dos que ficam. Mas espera aí! Quem ficou?

domingo, 7 de abril de 2013

Um desabafo subentendido

Aqui estou, me lastimando, mais uma vez, por atitudes inesperadas e/ou por consequências também inesperadas. Encontro-me esgotado de algumas personalidades que o destino nos proporcina. Um certo momento me vejo ao lado de pessoas que aparentemente julgadas (por mim) me trarão nada além do que companhias para momentos "necessários" (sem maior definição). Do outro lado, com quem eu busco adquirir um vínculo, seja qualquer sua classificação, esses me desprezam impulsivamente por detalhes irrelevantes (ou não). É evidente um certo julgamento das duas partes, porém também sou humano, mas deixo claro que apesar das várias possibilidades de me envolver, também seleciono pessoas de "características maduras". Não quero que isso seja levado em conta, só quero fazer uma breve reflexão de como somos perante aos outros e como somos distantes deles. Será cabível citar o ditado popular, que diz: "Pimenta no olho dos outros é refresco". Eu pediria mil coisas como exigência, mas equilibro minhas decisões dependendo das sensações e imaginações que posso obter só com o olhar. Espero, e sempre esperei, a hora certa e a pessoa certa que extinguirá toda essa confusão que venho trazendo por tanto tempo, e seria inútil citar quais suas características.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Tempos que não voltam mais...

Poderia descrever as mais fáceis ou objetivas palavras, para obtenção da clareza em si. Não se desprende o insignificante desejo de obter, do tempo, a experiência que se obtera apenas com a passagem dele. Com ele me arrependi, uma ou duas vezes, de ter a inexperência de tentar transmitir para meus leitores o que se passa em minha vida. Com a imaturidade, obteve-se uma brusca falta de entendimento, dos que tentaram entender. No entanto, para deixar isso mais claro, me sinto na vontade de querer voltar no tempo e repensar tudo novamente, não viver, não sofrer, mas querer mudar. Sentimentos, atitudes e julgamentos, fazem parte do cenário que desencandeou a imenssa vontade de começar tudo de novo, pois com eles não obtive nenhum sucesso nas minhas relações interpessoais. Será um bom momento de alternar firmemente em minhas personalidades? Ou continuar com uma apenas? Sinto falta do tempo em que não sabia o que era personalidade, quando não existia medos, riscos, preocupações. Desse tempo, viverei apenas admirando-o em outros seres, por enquanto, viverei nesse martírio.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Mudança

Ao título vale citar que já não me lembro se fiz uso de "Mudança" como título de algum texto desse blog, se já, obrigatoriamente tenha como nome desse texto uma "segunda mudança". Enquanto pensanva no que escrever, já era flamejante e inequieto o que está se passando por minha vida nesse momento: a mudança. Durante esses 18 anos em que passei por romances e paixões jamais pensada e planejada por nenhum dos lados, surge a diferença, tentando, injustificavelmente, me pregar uma peça. Pregando também uma nova experiência que posso deter. Pode parecer imaturo para quem já passou por isso, mas estou falando de minha primeira passagem. Também poderá ser árdua, a impressão que devo-lhe está passando, mas não, o que quero citar como experiência é o fato de me defrontar com o oposto do que sempre lidei. Eu, com minhas caracterizações e utopias, jamais pensara viver tamanho conflito existencial e interno. Meus pensamentos se posicionam ao lado do que é prudente, mas a frente dessa nova realidade de relação circunspecta, não houve posicionamento objetivo de como ser perante tal situação. Fugiu-me a ideia em que me colocava a frente de todos, como um ser maturo e experiente, por não ter passado por tamanha diferença de relação. Como primeira atitude, fiz das minhas atitudes um meio pensante de se manter equilibrado e inalterado. É notório e existente os problemas dentro dessa nova experiência, mas é mais importante pensar que saberemos lidar com eles, sem distinção de pessoa, qual seja, isso é cabível. Será que sou mais um ser tentando/querendo se relacionar com oposto do que sou? Sim. Vivo diante de uma diferença: você. O que nos mantém "nós" é o sentimento de buscar manter isso intacto, eu e você, vinvendo uma angústia mas passando por outra, essa oculta, porém distinta. Somos o oposto de cada um, independentemente do que há entre nós, o destino poderia nos tirar essa chance de tentar vivermos juntos e para que isso se mantenha, terá que haver um equilíbrio de atitudes entre nossas diferenças. Talvez consequentemente, havendo uma relação clara e objetiva.

Obs.: acerca do que é relação no texto, pode ser qualquer tipo, sem distinção. Cabe ao leitor entendê-la como quiser.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O alcance da promessa

Para muitos o fim se torna a esperança do que é considerado "certo". Sei que não tenho moral para falar sobre o tempo, pois vivo uma espera constante, quem me cerca sabe muito bem do que estou falando. Sou mais um daqueles que escora numa peça para se manter vivo, numa promessa, num futuro inexistente. O tempo me deixou uma promessa, não pergunte-me de onde a veio, só posso dizer que a senti. Pois a cada dia que passa, passam com os dias, pessoas, estas que não sabem a importância de estarem cruzando o meu destino diante da espera em que vivo. Sei que jamais alguém saberia disso sem contar-lhes, mas também sei que vocês encontram pelo mundo pessoas que são iguais/parecidas, em seus extintos ou "dom". É nisso que se baseia a minha espera, na importância de saber que um dia "o dia" chegará. Em que poderei dizer que valeu a pena e é só disso que me interessa.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sensações efêmeras

Antes, vou esclarecer o fato de que não vou citar pluralmente sensação, apenas uma única sensação... Dizem que efêmero é tudo aquilo que dura um dia, especificamente. Porém, esqueceram-lhe de dizer que o que é efêmero pode variar, digo, pode haver um contexto cronológico menor ou maior. Devidamente, deixarei que a clareza fique com o final, pois assim somente, vocês buscaram a coesão em maior expansão. Involuntariamente essa sensação está relacionada a um erro ou melhor, ela é mais erro do que sensação propriamente dito. Diferente de amor, de paixão, de todas as coisas boas, assemelha-se a traição. Essa sensação é efêmera, porém contínua, surge de tempos em tempos e sem distinção. Foi de tempos em tempos que se passaram anos e hoje ela faz parte de semanas, de meses, do dia a dia, já não perco tempo optando por derrubá-la e recontinuar a trajetória de desfragmentá-la é retroceder. Vi que é bem melhor optar pela obscuridade plena, mas efêmera, de tempos em tempos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Ó espírito meu, onde estais?

Onde encontram-se os espíritos foraz que deixaram marca na História, mas que com o tempo se perderam e não voltaram mais. Onde vamos parar? Onde vamos nos expressar? Como vamos nos rebelar? Ah espírito, que falta fazes, que saudade nos deixou. A herança que nos deixou expressa-se atrás da corrupção, avassaladora, em que passamos. Você espírito, é quem devia se esconder atrás de nós. Nós, que buscamos o desenvolvimento e harmonia de todos. Volte para suas dependências a que fez parte, volte para nós, e vamos deixar mais um marco na História e derrubar quem nos impedir de expressarmos. Cadê você espírito, que sumiu com o tempo, com o vento, e que não deixou nenhuma pista ou sombra de existência. Cadê você espirito de protesto.

sábado, 10 de março de 2012

Tendências, não tê-las

Minhas tendências se diferenciam, escondidas, na sombra dos erros. Há quem diga que louco são os que não se remetem à psicanálise, que tem como interesse desfragmentar as tendências. Outrora, as coisas eram mais simples, a importância era inexistente e ainda mais o que dizer da "preocupação"? Inalcançada? A essência do tempo é trazer mudanças, neste momento esquecemos da "importância" e "preocupação" que paira pelos pensamentos preocupados. Tendências podem se extiguirem passageiras, elas passam, mas voltam. E isso é consequência dos que não se rementem à psicanálise. Passar, mudar, errar, são tendências, controle-as.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Tempestade Emocional

Estou compactando toda essa má fase numa "Tempestade Emocional" que também se dá título a música de Marcelo Jeneci. Estou desfragmentado pelo o acaso, a que me trouxe a esse estado tão longo e momentâneo. Não é preciso citar com mais clareza os acontecimentos atribuidos a essa utilização, apenas necessito desnecessitar daquilo que está em falta. Esse sacríficio é penoso, mas necessário. Todas as tentativas me levam ao "sempre", que sempre tão solitário esteve. A realidade a que me compacto está longe de ser normal e não foge do extinto da necessidade. Sempre foi ontem, é hoje e depois [...], mas não basta dizer: "Basta!" tudo se configura no sofrimento. E ele acarreta as mais variadas consequências, ao qual são difíceis de seram desfragmentadas.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sentidos

Em meio a tantas contradições, tanta espera, tanta preocupação, despejei palavras ao ar como de costume. Sorte a minha é poder sentir sua confiança, sou conselheiro de mim mesmo, e sei que meus desequilíbrios não passam de charminho momentâneo. Não sei qual o sentido de cada acontecimento. O sentimento de cansaço só demonstra o quão busco sua presença ao meu lado. É eu não sei o que é de importância em minha vida, não vivo um script a qual poderia seguir, estou exposto a mudanças. São inscontâncias que apelam ao meu frágil pensamento. Disseram-me que aquele que pensa não sofre, só esqueceram de dizer aos que ainda sofrem. Comigo há consciência, mas nunca houve extinção de sofrimento. Ele vive e me acompanha desde sempre, enquanto os sentidos? Buscá-los-ei.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

[VIDEO] Roberta Sá - Cicatrizes




Hoje quero apenas expor clareza de que não sou e nunca fui de buscar contextualizar todo conteudo de meus textos com o que a maioria dos blogs seguem: um sistema de utilização de imagens e vídeos. Consequentemente estou fazendo dessa a minha ação para fins psicológicos, afim de demonstrar o que a música/vídeo citados quer transparecer. Sinta a música, não acompanhe cantando, deixa a voz fluir em seu pensamento, crie expectativas a partir, acho que estou pedindo uma coisa normal.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Renovações

Bom, talvez esse seja um refúgio da humanidade em busca da seguridade harmônica (de harmonia). As renovações extintas no percorrer de um tempo surgem pela positividade de um tempo melhor. Sempre tento transcrever minhas ideias através da estrutura "script" da minha mente, a de escrever sempre em "nós". Refúgio simplesmente se resume na recorrência de uma permanência de uma sensação, em especial, humana. Com maior clareza, as transições de um ano para outro está relacionado na melhoria e conquistas ao ano que se sucede. O passar do tempo trazem-nos mudanças intelectuais e fisícas, repetir o baseamento dessas mudanças seria repetir o que digo desde o começo do texto, busque a compreensão. Dentre as mudanças só quero ressaltar a seriedade de um BOM ANO!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ausência (ou solidão)

Minha carência, que surge na hora em que não há no que recorrer-me, quando os amigos se tornam zero, quando me encontro em obscuro pranto: o que apenas se perpetua no calado silêncio da ausência, que é irredutível e "inabalado". Tento compilar ao que há, mas a cada sentimento me debato com outro depressivo acontecimento, o de nunca haver consistência no que é transparecido quando se buscam pela leitura do meu "eu" (minha escrita). Sinto, escrevo inefavelmente e não é de mim, de minha alma, a que já venho me deflagrado. E o fim? Nunca houve solução, "todos" estão atrás de uma tela e poucos são os que se concretizam.

[Inacabado]

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Felicidade

Não, esse título não é para enfatizar o que está sendo ouvido ou a que já tenha escutado, através do que propicio juntamente com o que esse blog convém. Quero apenas demonstrar minha experiência a que o título introduz. Como de passagem já citei, venerei, senerei, compartilhei alguns sentimentos e sensações e claro, conhecimento. Mas não me caí na memória se já foi de ação minha conciliar o ruim com o lado bom, pois posso levar a figura textual de que só escrevo o que não é "bom". Mentira é! Ainda assim posso ponderar-me de uma figura inestimável pois nunca defino-me integral e perfeito, é claro que já deve haver a consciência do interlocutor de que tenho problemas e sofridões. Também já estive feliz e trago na lembrança que tudo não passou de um indigno momento. Que graças ao tempo me trouxe o que é de haver, a seguridade de sempre tentar. Ou seja, posso me definir feliz quando minha vida pessoal, profissional e amorosa estão em plena harmonia e quando há uma boa permanência desse status.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Da ausência

Da perceptível e inexpressível presença vital
Da concepção de novas alusões
Da inexitência inacabável
Da deselegância da solidão
Da severa lágrima ao cair
Dos sonhos serenos
Da inestimável inquietude dessa ausência
que me apavora com o sopro do seu "não seu importar".

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Toda Expectativa

Começo falando de coisas que não convém dizer, mas que é só preciso citar. Transformei o que seria contrário ao que não sei o que se tornará, mas que servirá para a sua pratica de leitura. Mas quero de você o entendimento ou não entendimento e, não só o exercício útil. E ao desandar de cada passagem vem aumentando consigo a expectativa do fim. Mas digo-lhes não é nele que encontrará todo entendimento. Para se chegar ao fim é preciso passar pelo começo e desenvolvimento, mas claro, para os irônicos devo citar que não estou falando na ação de passar as folhas. Só quero ajuda-ló a aumentar seu manuseio com as palavras e paciência com as próprias, não com a expectativa. Finalmente chego ao que se chama FIM.

sábado, 24 de setembro de 2011

Desequilíbrio 2

Mais uma vez venho citar-lhos que esse sentimento repentino, me cobre novamente, neste momento. Choro com equilíbrio mas o meu descontrole emocional internamente está me desgastando. Você é tudo que eu sempre quis, sei que aparentemente surge ao lê, o sinal automático de "ilusão", mas isso não estou vivenciando, apenas no modo pensativo, que sempre penso e crio alusões à ti, mas não vem ao caso aprofundar pois já foi dever passado e citado. Nunca esqueço quando foi de mesmo derradeiro do romance vivido, numa noite tardia. Outrora vem-me o pensamento de alusão e vivo buscando-te.

[Falta texto]

Minhas alusões

Quando penso em sua imagem junto a mim, busco-nos, fujo-nos, isolo-nos distante desse mundo. Poderia imaginar uma noite numa cidade movimentada e de repente desafiar o tempo e o destino na ideia de se desencontrar à rotina. Todas minhas alusões contigo forma um circúlo que só podem ser definidos ao toque, ao conhecimento e ao sentir. Interprete-me o desejo de estar ao teu lado, nos melhores momentos que passam e nossos olhos não percebem. "Não será tempo perdido pois ninguém prometeu...". Interprete-me integralmente, sinto tua alma ao meu lado, suas atitudes a serem feitas e teus sentimentos a serem usados.

domingo, 18 de setembro de 2011

Sensações

Não vou deixar de citar um dos sentimentos proporcionais que é capaz de mudar status e ações. Digo-lhes por que passo por isso sempremente, não foi e não é de agora que se passa sensações de alegrias que suportam-me por muito tempo. Uma delas está relacionada ao pensar em estar ao teu lado dançando juntinho este remelexo musical. Jamais pararei um segundo se quer para tentar mudar estas sensações, pois delas busco poucas vezes, mas perceptivel meu equilíbrio necessário. Quando existe ausência, surge a saudade com um papel não tão importante mas precisa, pois é dela que busco a lembrança e que me traz a esperança de um dia poder realizar e sentir este seu calor que já não faz parte de uma "primeira impressão". Está saudade vem de conjunto da solidão tanto quanto esquisita e desanimadora. E é em você que surge sentimentos inexplicáveis.
 

Copyright © 2011-2012 Todos os direitos reservados Equilíbrio Necessário | by TNB