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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Quem lhes escreve...

Não faz muito tempo que venho tentando criar uma nova forma de me expressar, mas como (?), se esse meu dom nem faz parte de mim, mas sim um heterônimo, daqueles iguais aos de Fernando Pessoa, onde não sou eu que escolho o que por no "papel", mas um inconsciente inefável. Não me arrependo de tê-lo definido com substantivo e verbo. Talvez ele só faça parte de uma missão, a missão de escrever para alguém, que nesta vida vê tudo sem vaidade, fazendo dela um vazio. Assumo que não busquei entender porque ele faz parte de mim, porque isso só atrapalharia minhas TENTATIVAS de se obter maior precisão e atenção no que quero expressar. As minhas tentativas despertam marcas do passado, não longínquas. Deparo-me com esse branco sem saber o que quer me dizer, daí surge ele, sem avisar, sem pedir permissão, me confundindo a mente, o heterônimo, talvez não meu, apenas frequente, pois ele vem, mas vai, sem avisar. Cada tempo esses pensamentos se distinguem, diferentemente, florindo, amadurecendo e com ele vou aprendendo, amadurecendo consigo. Como eu conheço, você também o conhece, ele, o Equilíbrio Necessário, esse é meu heterônimo, sem mais definições, pois ele pode não estar aqui.

terça-feira, 14 de maio de 2013

À moda antiga

Dizem que ser "antigo" é ser careta, mas já repararam que ultimamente ser antigo está na moda? Na moda, na produção de mídias, etc. Por que estou colocando isso em pauta? Porque é perceptível a mudança de alguns estilos, seja no que for. Tenho notado novos modos de produção de vídeos, por exemplo, os artistas tem usado muitos filtros, o que têm transformado o vídeo em uma suposição estilística de produção à moda antiga. Mas imagino como seria viver nos anos 90 sem deter toda essa tecnologia moderna dos anos 2000 [?]. Eu diria que ser "antigo" haverá, antes desta tentativa, um crescimento do indivíduo como ser humano, pois dentro dessa busca, também, deve haver o pensamento de que a experiência é uma das três formas existente de conhecimento (as outras duas: pela fé e pela razão). Apesar dessa ideia de que o antigo, é careta, eu opto pela experiência, pois ninguém vive sem passado, muito menos uma sociedade e deixo um dos meus conceitos/frases mais importantes: alguém tem que se sacrificar pelo próximo. Sei que haverá variadas formas de entendimento dessa frase, mas como Maquiavel referiu-se "Os fins justificam os meios", o que subentende-se uma ambiguidade nessa frase, o que não é diferente no que me referi. Então, busque o entendimento através do que você segue, do seu intelecto e não vamos insistir em calcar nossos argumentos nos dizeres da vida, pois vale mais a experiência do que a inexistência.

domingo, 7 de abril de 2013

Um desabafo subentendido

Aqui estou, me lastimando, mais uma vez, por atitudes inesperadas e/ou por consequências também inesperadas. Encontro-me esgotado de algumas personalidades que o destino nos proporcina. Um certo momento me vejo ao lado de pessoas que aparentemente julgadas (por mim) me trarão nada além do que companhias para momentos "necessários" (sem maior definição). Do outro lado, com quem eu busco adquirir um vínculo, seja qualquer sua classificação, esses me desprezam impulsivamente por detalhes irrelevantes (ou não). É evidente um certo julgamento das duas partes, porém também sou humano, mas deixo claro que apesar das várias possibilidades de me envolver, também seleciono pessoas de "características maduras". Não quero que isso seja levado em conta, só quero fazer uma breve reflexão de como somos perante aos outros e como somos distantes deles. Será cabível citar o ditado popular, que diz: "Pimenta no olho dos outros é refresco". Eu pediria mil coisas como exigência, mas equilibro minhas decisões dependendo das sensações e imaginações que posso obter só com o olhar. Espero, e sempre esperei, a hora certa e a pessoa certa que extinguirá toda essa confusão que venho trazendo por tanto tempo, e seria inútil citar quais suas características.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O fundo de "verdade"...

No fundo, são apenas pessoas que lhe tratam como opção, o fundo verdadeiro não se distingue deste. Elas (as pessoas) só querem se garantir futuramente, é onde esquecem de se definirem como pessoas que sempre pensam no futuro. Não, não estou acusando à todos, pois vocês sabem, ainda não nasceu quem pense mais no futuro do que a mim mesmo. Parece que eu nasci para uma proposta: apenas amar e sofrer, ou melhor, apenas sofrer. Chega de pedidos! quero o amanhã sem planos, sem desejos. O que vier, virá, é o que me cabe. Viver esperando algo melhor, claro, tentando eu mesmo conquistá-lo. É só um jeito de viver nesse mundo de nós.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Liberdade do meu "EU"

Quando tudo não passar de uma só miragem, enquanto tudo ficar obscuro, não serei eu. Me detenterei a uma insignificância que me corrói a felicidade e me ridiculariza diante das possibilidades. Estou diante de um renascimento do meu EU, quem sabe só agora vou nascer verdadeiramente (ou não?). Tudo o que havia dito em meus textos se concretizarão adiante? Ou serei sempre detentor de mim mesmo? Quero poder sentir saudade de quem sempre convivi, mas não que valorizei. Quero viver com liberdade, com a mais pura consciência de que não passa de uma inocência de quem nasce e começa a aprender os prazeres e coisas da vida. Estou me entregando de corpo e alma, não esquecendo meu passado, sendo ele ruim ou bom, para uma nova tentativa vital. Quero me expandir como pessoa, como experiente, como ser humano.  

"Quero viver cada vão momento e em teu louvor ei de espalhar meu pranto. (Vinicius de Moraes)"

domingo, 30 de setembro de 2012

Às tantas coisas...

Para quem pensou que existia a possibilidade de não haver volta, aqui estou. Prestes a me explodir em palavras, pensamentos, devaneios. Durante esse tempo, "de reclusão interna", houve tantas histórias, passaram tantas pessoas, ficaram poucas, amei, deixei, decepcionei-me, mas cá estou. Sem ter com quem "compartilhar", sem ter com quem falar, sem ter quem amar, sem ter com quem fotografar, quisera eu, estar num litoral distante de tudo e de todos, esse "todos" que não existe, e ouvir um pouco do que o vento fala ao se encontrar com meu peito. Estou desfragmentado pelas tantas coisas que me deixaram, as tantas coisas que me evitaram, as tantas coisas que não são mais tantas coisas. Chegará o dia em que peão não será mais peão e que poderei dizer que tudo não passou de um contratempo. Por enquanto, cá estou, desfragmentado pelas tantas coisas que passaram e as poucas que ficaram.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Renovações

Bom, talvez esse seja um refúgio da humanidade em busca da seguridade harmônica (de harmonia). As renovações extintas no percorrer de um tempo surgem pela positividade de um tempo melhor. Sempre tento transcrever minhas ideias através da estrutura "script" da minha mente, a de escrever sempre em "nós". Refúgio simplesmente se resume na recorrência de uma permanência de uma sensação, em especial, humana. Com maior clareza, as transições de um ano para outro está relacionado na melhoria e conquistas ao ano que se sucede. O passar do tempo trazem-nos mudanças intelectuais e fisícas, repetir o baseamento dessas mudanças seria repetir o que digo desde o começo do texto, busque a compreensão. Dentre as mudanças só quero ressaltar a seriedade de um BOM ANO!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Fonte Secou

O nome verdadeiramente não quer representar o que lhe convém, quando se situa no pensamento a compreensão. Me refiro a falta da utilização. Chego a pensar em atrofia, devido ao desuso decorrente de alguns acontecimentos não prescritos. Me contrariarei se eu disser que ao escrever lentamente começa a resurgir essa inspiração. A fonte é completamente inefável. Então logo necessito explicar que quando houver ausência contínua e longa, dever é compreender a lembrança de que não depende só de mim. Tudo isso, tudo que escrevo, surge espontaneamente. E claramente sou exposto a essa responsabilidade própria de pelo menos, uma vez, resurgir esse efeito e fazê-lo usual.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O que nunca pensei escrever

A presença desse querer , em transparecer o que nunca vivi me desafia assim mesmo. Não vou tentar me caracterizar como um escritor experiente no que vou dizer, mas, experiente em tentar dizer.

A seca; as características; a sofridão; a falta. a mudança; deste sertão tão grande que fascinam as lentes fotográficas e que já compôs obras literárias. O calidão do silêncio que me envolve em pensamentos de outras epócas, tais essas, sem descrição e me coloca em derradeiro enxame de reflexões. E nas trilhas sonoras descaracterizadas, que fortalesse a ambição de me por um dia neste meio, por onde se encontra a paz que um dia perderei. Usarei-a de artíficio para o estopim de Minha Felicidade II.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Involução

Canção de ninar, dançar, pular, namorar, chorar, lembrar, relembrar, amar...
Que reabilita o meu coração.
Que viabiliza a involução.
Que realiza a tranformação.
Que ativa o estopim do amor, do seu amor.
Que cria-tiva o meu status.
Que relativa sentimentos.
E concretiza meu ser, tomando conta do que vou dizer.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Para-Doxo

Eu poderia usar isso como o MAKEUP para a substituição do reconhecimento desse espaço de declarações interpretadas a partir da interdisciplinaridade (do meio). Eu sigo essa ordem cronológica para acompanhar o que me deixa posto a sentir e reviver, ou seja, sentir estar presente. Mas meu paradoxo já está transcrito pelo próprio nome que para alguns não soubem assemelhar tal utilização nomeal, envolvendo em si a ética no meio moral do homem. Onde sempre digo-lhos que busco o equilíbrio da atitude de tal maneira que não cause a "des-reputação" e assim vou seguindo o caminho que me venerar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Machado de Assis

A quem tenho grande admiração, que pode ser o espelho para o meu martírio momentâneo. Pois é o que não se pode explicar, nessa anedota espelhar. A condição de escritor, romancista, cronista, dramaturgo, contista e crítico literário não me cabe em condição alguma, apenas me sintonizo com o próprio a partir da maneira de escrever pois em uma obra litéraria "Memórias Póstumas de Brás Cubas" há críticas relacionada a falta de entendimento e que veio a ocorrer isso perante o que escrevo. Não estou querendo ser o que ele foi, somente sou o que sou e nada disso é uma escrita apelativa. Mas a única certeza que posso lhes contar é de um dia querer compor uma obra literária composta por folhas de papel.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Hemisfério

Tudo que me rodeia tem um lado que me deixa despersso a refletir. Pois minhas idéias vão se transformando ao passar o tempo e quando as mudanças cuturalmente dita passam a serem mudadas. Posso afirmar-lhe que esse meu hemisfério continental me deixa à vontade com paradigma de uma boa construção interdisciplinar, ou seja, passo para o meu dia à dia o que passa a ser novo internamente para que os indivíduos criem a minha nova imagem de tal forma democrática. Penso, logo sou.

domingo, 10 de abril de 2011

Meus escudos.

Eu não tenho tempo pra me apetecer do que me traz, o mal. Se minha estrelaguia me disse pra ter paciência, não vai ser palavras que me trará a revolta. Deixo meu ser oculto se revoltar interiormente, melhor do que sofrer depois. São escolhas feitas inconsciente, de coração não mais roubado. Eu interpreto cada ser, como uma obra do passado, o que for pra ser vigora, como um artigo de um livro Constitucional. Vamos dividir os sonhos, que podem transformar o rumo da história. E as Dificuldades ? São constantes, mas são superadas à partir de atitudes reparadas, com o concilhamento de cada uma.

sábado, 18 de dezembro de 2010

O que espero do futuro..

Todos tem planos de um futuro realizador, com momentos realizadores. Eu sempre tive uma imagem do meu futuro, até meu próprio horoscopo sempre disse que era pra mim para de pensar mais no futuro e viver mais o "presente". As vontades que nos faz agir talvez de outra forma, com a intenção de nós trazer pro momento tão sonhado. Meu desejo é de explorar mais o nosso mundo, ou seja, conhecer mais lugares, países, que sempre me encantam pela cultura pela língua e pela impressão que nos causa, tal impressão que me surpreende. Claro que tenho uma obrigação de conhecer primeiro, as maravilhas do meu país, melhor dizendo, não quer dizer que vou deixar de apreciar a terra onde vivo e onde nasci.
Já se passou por muitos meios de comunicação, as pessoas que buscam conhecer ou adquirir uma vida melhor em países como os EUA. Pelo contrário, eu quero conhecer um dos países mais gelados e também um continente dos mais ricos, a EUROPA sempre foi meu destino onde busco mais conhecimento, especialmente a França um país surpreendente e totalmente diferente do nosso, pela arquitetura que tanto é citada em livros, filmes, etc.. Francês é a segunda língua, que quero aprender ao invés de Espanhol, apesar de estar mais proximo de mim. Mas pode ter como certeza, se um dia eu chegar a conhecer a França, concerteza eu vou falar a cada momento da minha emoção de estar lá, aqui. Mas não é de vontade minha, morar em um desses países europeus, mas sim de visitar frequentemente, como é de ensino, vou estudar mais e aprender mais a cada dia.

Obs.: aos visitantes que gostam de ler meus posts, quero pedir que comentem sobre o que acham dos mesmos, porque o que vocês esperam de mim eu também quero ouvir de vocês.
 

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