Já dizia o mestre da experiência, Criolo, através de sua música: "[...] não existe amor em SP (São Paulo)", aos que desacreditam do fato (fato, por ser real), não acreditam por influências culturais ou por uma carga de afeto ao próximo, à família. Mas, na experiência, ou no conhecimento empírico, não das coisas mas das relações, estamos rodeados de questões que deflagram e apontam tal conclusão. Essa não é uma matéria inédita, já discuti com alguns amigos. Quero por em pauta, uma realidade pouco salientada, se é que me entendem, que nenhum autor na área da literatura atual, tem posto em pauta (que eu tenha tomado conhecimento). As relações interpessoais tornaram-se a busca pelo preenchimento do afeto materno desvinculado com o nascimento do nascituro, sim, materno pois desde o concebimento do feto, já cria-se um vínculo maternal com o filho. Assim, podemos orquestrar uma linha de pensamento: se nascemos, nascemos por algum motivo (ou não), se fomos concebidos ao desejo carnal, porque haveria de obtermos um sentimento? Questão essa que pode ser respondida com uma palavra só: convivência. A convivência cria linhas de conexão entre as pessoas, seria imaturidade questionar isso, mas incompleta se não perguntássemos se há convivência prazerosa sem sentimento? A lógica seria dizer não, mas sim, existe a convivência sem sentimento. Fazer-se-ão alguns apontamentos: o ser humano, na sua concepção vida, cabe, a ele, e a mais ninguém, se encontrar diante do que é disponível: viver por um sonho, viver por viver e/ou viver para não morrer. Este último, que deflagra o "berço da ilusão", e que tem tomado conta dos animais irracionais, são os indivíduos que não fazem parte de uma concepção de vida, não materialmente, mas formalmente falando. Ninguém vive simplesmente para satisfazer a vontade do outro, mas sim pra defender ou realizar seus interesses em vida, o que desencadeia uma senda de conflitos. Conflitos que são realizados sem a sabedoria que cada um obtém, ou deveria obter, com a experiência, sabedoria citada anteriormente como irracionalidade. Só com a piedade seria desconfigurado todo esse quadro de relações irracionais presente na personalidade dos agentes. A relação entre amor e ódio é a de que o ódio vem primeiro que a indiferença, nas pessoas irracionais. Nas racionais, só existe a indiferença. Fazer-se-ão suas conclusões. Ninguém vive para se submeter ao outro, mas alguém tem que se sacrificar pelo próximo, São Paulo é apenas um exemplo concreto disto, é o berço dos que querem se sobressair para o mundo da minoria. Assumo minha sobrevivência, mas saio ferido, pois foi preciso fazer parte deles para enxergar meu apontamento e ter coesão fatual.
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sábado, 3 de maio de 2014
Berço da ilusão
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Junior Fernandes
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domingo, 7 de abril de 2013
Um desabafo subentendido
Aqui estou, me lastimando, mais uma vez, por atitudes inesperadas e/ou por consequências também inesperadas. Encontro-me esgotado de algumas personalidades que o destino nos proporcina. Um certo momento me vejo ao lado de pessoas que aparentemente julgadas (por mim) me trarão nada além do que companhias para momentos "necessários" (sem maior definição). Do outro lado, com quem eu busco adquirir um vínculo, seja qualquer sua classificação, esses me desprezam impulsivamente por detalhes irrelevantes (ou não). É evidente um certo julgamento das duas partes, porém também sou humano, mas deixo claro que apesar das várias possibilidades de me envolver, também seleciono pessoas de "características maduras". Não quero que isso seja levado em conta, só quero fazer uma breve reflexão de como somos perante aos outros e como somos distantes deles. Será cabível citar o ditado popular, que diz: "Pimenta no olho dos outros é refresco". Eu pediria mil coisas como exigência, mas equilibro minhas decisões dependendo das sensações e imaginações que posso obter só com o olhar. Espero, e sempre esperei, a hora certa e a pessoa certa que extinguirá toda essa confusão que venho trazendo por tanto tempo, e seria inútil citar quais suas características.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Liberdade do meu "EU"
Quando tudo não passar de uma só miragem, enquanto tudo ficar obscuro, não serei eu. Me detenterei a uma insignificância que me corrói a felicidade e me ridiculariza diante das possibilidades. Estou diante de um renascimento do meu EU, quem sabe só agora vou nascer verdadeiramente (ou não?). Tudo o que havia dito em meus textos se concretizarão adiante? Ou serei sempre detentor de mim mesmo? Quero poder sentir saudade de quem sempre convivi, mas não que valorizei. Quero viver com liberdade, com a mais pura consciência de que não passa de uma inocência de quem nasce e começa a aprender os prazeres e coisas da vida. Estou me entregando de corpo e alma, não esquecendo meu passado, sendo ele ruim ou bom, para uma nova tentativa vital. Quero me expandir como pessoa, como experiente, como ser humano.
"Quero viver cada vão momento e em teu louvor ei de espalhar meu pranto. (Vinicius de Moraes)"
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Sensações efêmeras
Antes, vou esclarecer o fato de que não vou citar pluralmente sensação, apenas uma única sensação... Dizem que efêmero é tudo aquilo que dura um dia, especificamente. Porém, esqueceram-lhe de dizer que o que é efêmero pode variar, digo, pode haver um contexto cronológico menor ou maior. Devidamente, deixarei que a clareza fique com o final, pois assim somente, vocês buscaram a coesão em maior expansão. Involuntariamente essa sensação está relacionada a um erro ou melhor, ela é mais erro do que sensação propriamente dito. Diferente de amor, de paixão, de todas as coisas boas, assemelha-se a traição. Essa sensação é efêmera, porém contínua, surge de tempos em tempos e sem distinção. Foi de tempos em tempos que se passaram anos e hoje ela faz parte de semanas, de meses, do dia a dia, já não perco tempo optando por derrubá-la e recontinuar a trajetória de desfragmentá-la é retroceder. Vi que é bem melhor optar pela obscuridade plena, mas efêmera, de tempos em tempos.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Ó espírito meu, onde estais?
Onde encontram-se os espíritos foraz que deixaram marca na História, mas que com o tempo se perderam e não voltaram mais. Onde vamos parar? Onde vamos nos expressar? Como vamos nos rebelar? Ah espírito, que falta fazes, que saudade nos deixou. A herança que nos deixou expressa-se atrás da corrupção, avassaladora, em que passamos. Você espírito, é quem devia se esconder atrás de nós. Nós, que buscamos o desenvolvimento e harmonia de todos. Volte para suas dependências a que fez parte, volte para nós, e vamos deixar mais um marco na História e derrubar quem nos impedir de expressarmos. Cadê você espírito, que sumiu com o tempo, com o vento, e que não deixou nenhuma pista ou sombra de existência. Cadê você espirito de protesto.
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terça-feira, 20 de março de 2012
Estou construindo minha própria ruína
Hesito-me pela sombra do erro. Minha consciência é momentânea, meus erros são permanentes, o que me resta é desfalcar o que há de acontecer. Minha história se constrói com o passar do tempo e o que passou é uma experiência de que não aprendi a deixar o erro com o passado. Uma saída seria recomeçar, mas como, se ainda faço de minha atitude erros irreparavéis. Dentro de mim há varios "eu", uma hora consciente, outra, errante. Deparo-me com o vicío que tenho de continuar com as mesmas atitudes. Recomeçar, seria uma saída. Mas longe de mim querer recomeçar se continuo me lamentando do que é perceptível: não deixo o erro no passado. Tento me ajudar, nas horas em que o prazer se foi, na hora em que percebo o erro. Resta-me diluir com o tempo, pois só o futuro dirá o que estou construindo. Minhas ruínas ainda não se desfizeram. Essa ainda é percebida dentre a consciência. E a consciência? Essa não é desfragmentada.
sábado, 10 de março de 2012
Tendências, não tê-las
Minhas tendências se diferenciam, escondidas, na sombra dos erros. Há quem diga que louco são os que não se remetem à psicanálise, que tem como interesse desfragmentar as tendências. Outrora, as coisas eram mais simples, a importância era inexistente e ainda mais o que dizer da "preocupação"? Inalcançada? A essência do tempo é trazer mudanças, neste momento esquecemos da "importância" e "preocupação" que paira pelos pensamentos preocupados. Tendências podem se extiguirem passageiras, elas passam, mas voltam. E isso é consequência dos que não se rementem à psicanálise. Passar, mudar, errar, são tendências, controle-as.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Significados
Ventania na calçada, folhas voando, um vazio sustentado por uma ausência. Fico a olhar os fenômenos sem data pra voltar. Sei que há muita história pra contar. Árvores espalham suas folhas pelo o vento e demonstra a luta pela permanência das folhas. Ganham cores os símbolos clássicos, os que viveram e viverão. Passa-me uma vida inteira a dividir todos os cômodos com um indivíduo, e os acontecimentos desta distribuição se relacionam com a calçada, com as folhas, com as árvores. E a mim mesmo resta a esperança contínua desses pequenos acontecimentos que me levam a sonhos distinto, que voltam-se.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
E então acaba a seriedade
Consequentemente: quando acontecimentos inesperados surgem, talvez, de livre e espontânea vontade ou por motivos dependentes. Mas antes convém-me deixar a seriedade de lado... tudo que quero transcrever são os pequenos acontecementos que no fim acaba com a seriedade e a mesmisse de sempre e que para alguns pode até trazer maiores frutos. Positivamente isso é uma consequência. Porém para o que pratica a ação não é propiciado a mesma sensação que houve sobre o que sofreu a ação. Bom, sitenticamente nada além de um acontecimento explica o que quero dizer. Não, não quero explicar nada, como vem sendo, quero só citar: para não haver esquecimento. Ou seja,
"Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia a dia, pelo amor de Deus, seja idiota!" Arnaldo Jabour
domingo, 4 de dezembro de 2011
À espera do fim de uma espera
Como toda droga: causa-me dependência. Vivo num estado "vegetativo" ou melhor extingue-se numa espera inacabável. O Futuro, é por ele quem espero. Se resume apenas em mudanças, que provocará o surgimento do que esperado, obviamente. Mas é mais claro dizer-te: minha espera perdura por inefáveis tempos. Outrora pensei ser consequentemente rápida, sem conhecimento do que viria e então com a expansão de tempo fui pensando no seu fim, que simplesmente não ocorreu e então resta-me esperar pelo seu fim.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A Fonte Secou
O nome verdadeiramente não quer representar o que lhe convém, quando se situa no pensamento a compreensão. Me refiro a falta da utilização. Chego a pensar em atrofia, devido ao desuso decorrente de alguns acontecimentos não prescritos. Me contrariarei se eu disser que ao escrever lentamente começa a resurgir essa inspiração. A fonte é completamente inefável. Então logo necessito explicar que quando houver ausência contínua e longa, dever é compreender a lembrança de que não depende só de mim. Tudo isso, tudo que escrevo, surge espontaneamente. E claramente sou exposto a essa responsabilidade própria de pelo menos, uma vez, resurgir esse efeito e fazê-lo usual.
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domingo, 20 de novembro de 2011
Isso é uma desilusão?
Quando tudo era começo, tudo era diferente: não havia solidão, nem conclusões, não havia ausência, nem silêncio. Agora que estas onipresente em todo lugar, menos aqui, só nas minhas alusões, resta-me entender o porque, o porque e o porque de tudo isso. Já que não é de ti essa busca não é de mim a coragem de te ressaltar o sentimento admirável que tenho de ti. És uma das pessoas a que mais valorizo e que talvez não saibas, pois a representação dessa amizade jamais presente demonstra-te o que não é esperado. Oculto-te de qualquer apresentação comprometedora.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Apenas mais uma citação
Apenas completam-se. Não pulo, não sorrio, não juro, não restituo e não comemoro, apenas cito. Completo em que à uma ocasião a chamam de bodas de ouro, mas não comemoro. Considero apenas uma continuidade do que proponho: escrever. Toda singularidade e toda busca pela melhor citação me trás aqui, não para comemorar, apenas citar. São cinquenta, antes eram "cinqüenta" e apenas cito.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Como o meu, como o seu.
Sem interpretação além do que quero transmitir-lhes, por favor. Se não é de sabedoria seguir o padrão de entendimento pedido, peço-lhe que se recuse a ler este texto. Pode ser num futuro distante ou amanhã mesmo, o que não vem ao caso. Só quero interpretar quais são "os" que singularizam atitudes inesperadas ou talvez esperadas. Por toda minha vida esqueço de citar que nunca será de encontro à cima de quem devo centralizar e jamais substituir (família), mas que junto desse estará presente por toda minha trajetória. Não estou montando uma lista de favorecidos e desfavorecidos, apenas quero por em importante "situação" aqueles que mesmo me puseram. A sua interpretação será importantíssima para uma compreensão de posicionamento.
[Inacabado...]
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Nós (Outra Forma)
Citação Dependente:
No meio envovildo, poucos são o que vivem de amizade eterna. Conflitos atordoam nossas vidas e nos desequilibramos de tão grande atitude que encontramo-nos perplexo a pensar em loucuras. O significado da própria palavra abre um leque de opções para tentarmos entender sobre isso: "É um embaraço de uma pessoa que não sabe que decisão tomar". Todavia, vem em mente dizer que toda embarcação depende de todos nós, mas tal esquecimento leva-nos a decisões impróprias que eleva nosso nível racional. Mas ao encontrar harmonia pairando pelo meio, o que esquece-nos são as inabaladas confusões. INCONCLUSÃO DEVIDA!
(Foto: Albúm Marcelo Camelo - Sou)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Meu auto-conhecimento.
Como uma catástrofe ou um estouro, fui desatinando essa atividade que exerço e busco o aperfeiçoamento não só da forma de transcrever como na "fonte". Vens me dizendo e elogiando-me com o conhecimento de um "indíviduo" bem diferente do que aparento ser. Trago em mim essa obscuridade interna pois é dela que utilizarei nas oportunidades e nas horas precisas, digo-lhe de passagem que toda forma de expressar sua idéia diante do que digo é, preciosa e só irá surgir o despertar quando houver consigo a segurança dessa divulgação. Sei que este espaço já expõem essa minha forma de escrever, mas muitos são, as pessoas que não valorizam ou não buscam se quer a leitura sendo uma ou outra. Quero pedir-lhe tua atenção para que assim haja minha e tua compreenssão a interpretação dos acontecimentos (ruins ou bons). Em breve, irei ajudar a compreender o que lhe queres ser dito e irei citar alguns artifícios a serem usados para que seja possível a manutenção e utilização de um possível entendimento. Enquanto aos que me despertam ambiciosidade textual, agradeço-lhes .
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Ao vento..
Vou deixar passar essa tempestade, talvez logo alí virá a sorte e encantemento descontente. O vento me trás a certeza de que o tempo nunca para e, estarei exposto a novos momentos e situações. Automaticamente poderá vir também novas preocupações, são elas que me desperta o pedido da passagem temporal, mas irei até o fim e quando não existir mais passagem buscarei o entendimento. Nesse fenômeno dou-lhes a oportunidade de ir embora, mas jamais obrigarei você ir até o fim nesse entorno. Só vai ficar presente a sua sombra e não tua presença, que modifica meu destino envolta do "meio". As palavras me trazem a certeza de que meu pensamento está mais externamente presente do que o próprio externo "eu".
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Máscaras
Essa falsa face que proporcionalmente me deixa de frente com o que eu não sou, fazendo de mim a ísca para aqueles que não usam máscaras. Os que já reconhece esse lado obscuro sabe como passar por isso. Não estou me descrevendo como uma peça, onde você ao longo da escrita vai descobrindo cada parte e lado meu. Quero apenas que as pessoas que não se deparam com essa obscuridade , se coloque em lugares onde jamais imaginaram repensar à respeito. Estou disposto a ser o que realmente me trás em consciência, pois já me veio em pensamento que eu devo continuar assim até onde for possível. Não vou me obrigar a ser o que você, quer.
sábado, 16 de julho de 2011
Infinitas possibilidades
Em cada questão eu tenho a possibilidade da escolha, o que nos permite refletir e pensar em qual seguirmos. Me permito entrar em constante ligação com minha exploração interna quando não for mais possível a utilização de minha intangível inteligência, onde possibilita espaços para a obscuridade e me deixa a ponto de recorrer à ligação com o que eu chamo de pensamento. Essa minha falha parte de um estado pairante externamente dentro de muitos seres, daí onde também surge a adoração do tal estado e onde nos à par de uma consequência vivida por todos.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Mais que anormal..
Eu devo ser, mais que anormal, porque eu tento entender a mim mesmo. Só que meu pensamento não me define, como ele me descreve. Até hoje busco me explorar cada vez mas, para que eu posso chegar ao entendimento profundo da alma. Onde posso escolher ser feliz ou viver entediado, como o agora. Tudo que eu escrevo, são sentimento descristo pelo meu pensamento. Onde há um diagnostico do próprio em si próprio pela busca do aperfeiçoamento a cada escrita. Esse descretor de ideias, usa combustivel até ontem reconhecido erra-mente por mim. Mas eu sei que o destino fez o seu serviço de me encontrar com você e de mim da mais clareza à respeito. Espero que isso não seja mais que anormal.
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