Não quero choro, nem vela.
Não peço lamentos, mas não os descarto.
Não procuro atenção,
Pois de mim só resta a memória.
Que essa possa ser rebuscada à cada lacrimejar.
Que os momentos que vivemos sirva de consolo,
Para ocupar a ausência por não tê-los.
Não sou um ancião em busca de uma realização.
Sou apenas memórias, e elas? Revivê-las!
Sejam para os lamentos,
Sejam para os sorrisos.
Se elas não vigorarem,
Ao menos compadeça à tentativa de buscá-las,
Pois em vãos momentos, os buscarei.
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Carapuça
Foi como eu pensei! Nem meu "melhor amigo" trás consigo a imagem que eu tinha dele, aliás, a pessoa que eu conheci e admirava até se mostrar diferente. O nome mais cabível para o título desse texto seria HIPOCRISIA mas esse que está sendo usado serve como um toque. Ninguém nasceu para não aprender, todos estamos expostos em conquistar novas habilidades e não diferente, conquistar a maturidade, sinceramente não sei mais onde estou pisando, com quem estou andando. Me diz, explique como lidar com pessoas que a qualquer momento pode mudar o comportamento diante de você e transformar a imagem que você tinha em fumaça? Me explica, porque se você parar pra pensar ninguém está preparado para lidar com a hipocrisia que rodeiam as pessoas. Posso ser a pessoa mais esquisita que você tenha conhecido, mas prefiro ser assim, quieto, do que deter uma atitude tão imatura quanto a sua. Não, isso não é uma indireta, isso é uma direta para quem estiver lendo isso, a vida é uma escola e estamos todos aqui para aprender, não julgar. Antes de abrir sua boca, abra sua mente!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
O fundo de "verdade"...
No fundo, são apenas pessoas que lhe tratam como opção, o fundo verdadeiro não se distingue deste. Elas (as pessoas) só querem se garantir futuramente, é onde esquecem de se definirem como pessoas que sempre pensam no futuro. Não, não estou acusando à todos, pois vocês sabem, ainda não nasceu quem pense mais no futuro do que a mim mesmo. Parece que eu nasci para uma proposta: apenas amar e sofrer, ou melhor, apenas sofrer. Chega de pedidos! quero o amanhã sem planos, sem desejos. O que vier, virá, é o que me cabe. Viver esperando algo melhor, claro, tentando eu mesmo conquistá-lo. É só um jeito de viver nesse mundo de nós.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Liberdade do meu "EU"
Quando tudo não passar de uma só miragem, enquanto tudo ficar obscuro, não serei eu. Me detenterei a uma insignificância que me corrói a felicidade e me ridiculariza diante das possibilidades. Estou diante de um renascimento do meu EU, quem sabe só agora vou nascer verdadeiramente (ou não?). Tudo o que havia dito em meus textos se concretizarão adiante? Ou serei sempre detentor de mim mesmo? Quero poder sentir saudade de quem sempre convivi, mas não que valorizei. Quero viver com liberdade, com a mais pura consciência de que não passa de uma inocência de quem nasce e começa a aprender os prazeres e coisas da vida. Estou me entregando de corpo e alma, não esquecendo meu passado, sendo ele ruim ou bom, para uma nova tentativa vital. Quero me expandir como pessoa, como experiente, como ser humano.
"Quero viver cada vão momento e em teu louvor ei de espalhar meu pranto. (Vinicius de Moraes)"
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Tempos que não voltam mais...
Poderia descrever as mais fáceis ou objetivas palavras, para obtenção da clareza em si. Não se desprende o insignificante desejo de obter, do tempo, a experiência que se obtera apenas com a passagem dele. Com ele me arrependi, uma ou duas vezes, de ter a inexperência de tentar transmitir para meus leitores o que se passa em minha vida. Com a imaturidade, obteve-se uma brusca falta de entendimento, dos que tentaram entender. No entanto, para deixar isso mais claro, me sinto na vontade de querer voltar no tempo e repensar tudo novamente, não viver, não sofrer, mas querer mudar. Sentimentos, atitudes e julgamentos, fazem parte do cenário que desencandeou a imenssa vontade de começar tudo de novo, pois com eles não obtive nenhum sucesso nas minhas relações interpessoais. Será um bom momento de alternar firmemente em minhas personalidades? Ou continuar com uma apenas? Sinto falta do tempo em que não sabia o que era personalidade, quando não existia medos, riscos, preocupações. Desse tempo, viverei apenas admirando-o em outros seres, por enquanto, viverei nesse martírio.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Mudança
Ao título vale citar que já não me lembro se fiz uso de "Mudança" como título de algum texto desse blog, se já, obrigatoriamente tenha como nome desse texto uma "segunda mudança". Enquanto pensanva no que escrever, já era flamejante e inequieto o que está se passando por minha vida nesse momento: a mudança. Durante esses 18 anos em que passei por romances e paixões jamais pensada e planejada por nenhum dos lados, surge a diferença, tentando, injustificavelmente, me pregar uma peça. Pregando também uma nova experiência que posso deter. Pode parecer imaturo para quem já passou por isso, mas estou falando de minha primeira passagem. Também poderá ser árdua, a impressão que devo-lhe está passando, mas não, o que quero citar como experiência é o fato de me defrontar com o oposto do que sempre lidei. Eu, com minhas caracterizações e utopias, jamais pensara viver tamanho conflito existencial e interno. Meus pensamentos se posicionam ao lado do que é prudente, mas a frente dessa nova realidade de relação circunspecta, não houve posicionamento objetivo de como ser perante tal situação. Fugiu-me a ideia em que me colocava a frente de todos, como um ser maturo e experiente, por não ter passado por tamanha diferença de relação. Como primeira atitude, fiz das minhas atitudes um meio pensante de se manter equilibrado e inalterado. É notório e existente os problemas dentro dessa nova experiência, mas é mais importante pensar que saberemos lidar com eles, sem distinção de pessoa, qual seja, isso é cabível. Será que sou mais um ser tentando/querendo se relacionar com oposto do que sou? Sim. Vivo diante de uma diferença: você. O que nos mantém "nós" é o sentimento de buscar manter isso intacto, eu e você, vinvendo uma angústia mas passando por outra, essa oculta, porém distinta. Somos o oposto de cada um, independentemente do que há entre nós, o destino poderia nos tirar essa chance de tentar vivermos juntos e para que isso se mantenha, terá que haver um equilíbrio de atitudes entre nossas diferenças. Talvez consequentemente, havendo uma relação clara e objetiva.
Obs.: acerca do que é relação no texto, pode ser qualquer tipo, sem distinção. Cabe ao leitor entendê-la como quiser.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
O alcance da promessa
Para muitos o fim se torna a esperança do que é considerado "certo". Sei que não tenho moral para falar sobre o tempo, pois vivo uma espera constante, quem me cerca sabe muito bem do que estou falando. Sou mais um daqueles que escora numa peça para se manter vivo, numa promessa, num futuro inexistente. O tempo me deixou uma promessa, não pergunte-me de onde a veio, só posso dizer que a senti. Pois a cada dia que passa, passam com os dias, pessoas, estas que não sabem a importância de estarem cruzando o meu destino diante da espera em que vivo. Sei que jamais alguém saberia disso sem contar-lhes, mas também sei que vocês encontram pelo mundo pessoas que são iguais/parecidas, em seus extintos ou "dom". É nisso que se baseia a minha espera, na importância de saber que um dia "o dia" chegará. Em que poderei dizer que valeu a pena e é só disso que me interessa.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Utopia
Dia desses me passou dentre rotina do cotidiano, a palavra utopia, que simplesmente me fez arremeter pela qual passei. Posso dizer-lhe com propriedade que essa "idealização" ou talvez "ilusão" a que passamos, difere-se entre cada indivíduo. Tudo se resume na simples imaginação, na criação, de um mundo extinto e/ou irreal, mas sempre com diferenças. Minha utopia aproxima-se do sentimento tão perpétuo e presente do homem, o sentimento que brota na junção entre dois seres dependentes. O amor, que vem da alma mas que flora no ser, no físico. Causando sensações efêmeras, irreais, transparentes, ao mesmo tempo assolando o mesmo ser. Esse sentimento, quando perceptível, ativa a utopia, e o pensamento trata de criar o que seria agradável para si mesmo, ou seja, uma situação não correspondida. Pois o ser busca de todas as formas ou tenta em todas as formas existentes, comutar-se da realidade lúgubre. Agora esclareça ao irracional que tudo isso é somente uma forma de "fuga-da-realidade", para que ele não queira transformar o irreal em real contra a arbítrio do proximo. Todavia, não fuja desse mundo utópico, ele é um direito, uma sensação e é passageiro.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Sensações efêmeras
Antes, vou esclarecer o fato de que não vou citar pluralmente sensação, apenas uma única sensação... Dizem que efêmero é tudo aquilo que dura um dia, especificamente. Porém, esqueceram-lhe de dizer que o que é efêmero pode variar, digo, pode haver um contexto cronológico menor ou maior. Devidamente, deixarei que a clareza fique com o final, pois assim somente, vocês buscaram a coesão em maior expansão. Involuntariamente essa sensação está relacionada a um erro ou melhor, ela é mais erro do que sensação propriamente dito. Diferente de amor, de paixão, de todas as coisas boas, assemelha-se a traição. Essa sensação é efêmera, porém contínua, surge de tempos em tempos e sem distinção. Foi de tempos em tempos que se passaram anos e hoje ela faz parte de semanas, de meses, do dia a dia, já não perco tempo optando por derrubá-la e recontinuar a trajetória de desfragmentá-la é retroceder. Vi que é bem melhor optar pela obscuridade plena, mas efêmera, de tempos em tempos.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
Tempestade Emocional
Estou compactando toda essa má fase numa "Tempestade Emocional" que também se dá título a música de Marcelo Jeneci. Estou desfragmentado pelo o acaso, a que me trouxe a esse estado tão longo e momentâneo. Não é preciso citar com mais clareza os acontecimentos atribuidos a essa utilização, apenas necessito desnecessitar daquilo que está em falta. Esse sacríficio é penoso, mas necessário. Todas as tentativas me levam ao "sempre", que sempre tão solitário esteve. A realidade a que me compacto está longe de ser normal e não foge do extinto da necessidade. Sempre foi ontem, é hoje e depois [...], mas não basta dizer: "Basta!" tudo se configura no sofrimento. E ele acarreta as mais variadas consequências, ao qual são difíceis de seram desfragmentadas.
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sábado, 28 de janeiro de 2012
Sentidos
Em meio a tantas contradições, tanta espera, tanta preocupação, despejei palavras ao ar como de costume. Sorte a minha é poder sentir sua confiança, sou conselheiro de mim mesmo, e sei que meus desequilíbrios não passam de charminho momentâneo. Não sei qual o sentido de cada acontecimento. O sentimento de cansaço só demonstra o quão busco sua presença ao meu lado. É eu não sei o que é de importância em minha vida, não vivo um script a qual poderia seguir, estou exposto a mudanças. São inscontâncias que apelam ao meu frágil pensamento. Disseram-me que aquele que pensa não sofre, só esqueceram de dizer aos que ainda sofrem. Comigo há consciência, mas nunca houve extinção de sofrimento. Ele vive e me acompanha desde sempre, enquanto os sentidos? Buscá-los-ei.
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domingo, 4 de dezembro de 2011
À espera do fim de uma espera
Como toda droga: causa-me dependência. Vivo num estado "vegetativo" ou melhor extingue-se numa espera inacabável. O Futuro, é por ele quem espero. Se resume apenas em mudanças, que provocará o surgimento do que esperado, obviamente. Mas é mais claro dizer-te: minha espera perdura por inefáveis tempos. Outrora pensei ser consequentemente rápida, sem conhecimento do que viria e então com a expansão de tempo fui pensando no seu fim, que simplesmente não ocorreu e então resta-me esperar pelo seu fim.
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Entre tudo e nada
Tento, apago, tento, apago... continuo, apago. Fico entre tudo e nada, minha mente aponta, escrevo e apago. É a forma de desatinar na escrita, mas fico entre tudo e nada, quando resulto escrever, apago. Cada palavra, surge de forma espontânea, não de mim, de minha alma. Assim, deploro-me pela extinta qualidade própria singular a que não me convém. Não estou transcrevendo o que digo, o que penso.
Meus Sentimentos? Vivem em constante alusão, dependente de caráter de "conhecimento" ao qual não é repentino como o pensamento, consiste da busca pelo próprio. Assim continuo, entre tudo e nada na alusão de que um dia as alusões se extinguirá na alma.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Me falta a vida sem você
Não sei a consequência que essa minha atitude inversa pode causar após o teu conhecimento, mas o que vêm dentro de mim é bem mais forte do que meu controle emocional. (Você) Me causa ausência do "sentir ", me põe à pensar pelo "o que?" estou passando diante do que sinto. E todas conclusões levam-me a acreditar que você não sente o mesmo que me passa.
Não sei se o que diz se relaciona com meu ser, mas coloco-me a pensar no que seria nós, juntos, a viver uma vida casual e não momentânea. E o que dizer numa hora dessas da sua beleza, que a cada dia me deixa mais enamorado. Te levo a pensar que isso é apenas parte de palavras já ditas. Sorte a minha que o medo de usá-las se foi em tempos distantes, cansa-te ouvir as mesmas. Ao reler o que quero transcrever , já não me cai em memória o que tinha a lhe dizer. Então vou propôr falar-te só um detalhe: se tudo não for em minha pessoa, diga-me e deixe que o uso desse meu encanto seja direcionado a uma nova paixão, se possível, nada mas.
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